segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

VI Natal Conde de São Bento

Decorreu no passado domingo à tarde o VI Torneio "Natal Conde de São Bento", na Escola Agrícola em Santo Tirso. Como já vem sendo hábito, este é um torneio que atrai jogadores de todos os pontos da metade Norte de Portugal e que sendo assim, nesta edição conseguiu juntar 78 jogadores.
Depois do atraso da praxe, e de "extremas medidas de segurança em redor da sala do torneio" finalmente foram abertas as portas para que se desse início ao certame.

1ª ronda - Pedro Silva 0 - 1 Francisco Assunção

Comecei com um adversário da AX Pedro Hispano. Deu para notar algumas noções básicas da abertura no meu adversário, sabia colocar as peças na abertura, desenvolvê-las com um sentido posicional, etc. No entanto a partir daí senti que havia falta de plano, o que fez com que eu tranquilamente fosse ganhando material. Acabei por ganhar por tempo beneficiando que o meu adversário demorava bastante tempo a carregar no relógio.

2ª ronda - Francisco Assunção 1 - 0 Carlos Daniel Ribeiro

Neste jogo, e como penso que seja hábito do meu adversário, optou por responder 1...b6?! ao meu e4. Após ter conseguido a formação c4-d5-e4, e o meu adversário ter escolhido e7 para o outro bispo, ambos os bispos adversários ficaram bastante passivos e encurralados pela estrutura de peões. Logo na abertura deixou um cavalo pendurado em h5 e lá para o fim acabou por dar também um bispo. Quando já me preparava para promover um peão o meu adversário desistiu.

3ª ronda - José Francisco Rodrigues 0 - 1 Francisco Assunção

De uma forma um pouco estranha e porque os favoritos acabaram por perder nas rondas iniciais, nesta ronda ainda joguei com um adversário a um nível bastante baixo. Após ter ganho uma peça na abertura, o meu jovem adversário conseguiu montar alguma pressão no meu jogo e vi-me forçado a sacrificar um peão de forma a poder soltar as minhas peças para os lugares que queria. Pouco depois acabo por ganhar a dama e não demorei a dar o mate.


4ª ronda - Francisco Assunção 0 - 1 João Vicente


À quarta ronda finalmente tenho um jogo mais a sério, com uma exigência bastante maior. Joguei d4 na tentativa de conseguir um logo mais lento, sem grandes tácticos iniciais e onde pudesse calmamente construir um posição sólida. Aqui fica a partida na totalidade.
Durante largos momentos o meu cavalo de f2 foi uma excelente peça defensiva, compensando as fragilidades defensivas que tinha por ter trocado o meu bispo das casas brancas. A partir do momento em que as pretas tiveram a ideia correcta de o trocar, o meu rei viu-se "às aranhas" e não mais consegui compensar as minhas fragilidades defensivas. Ficou a ideia que colocar o bispo em g2 deveria levar a que optasse por uma estrutura de peões diferente no centro, algo que deverá ser pensado em futuras partidas.

Pelo meio, foi tempo para o lanche cedido pela organização do NXST, recarregando as baterias para o que aí vinha.

5ª ronda - Tiago Pereira 0 - 1 Francisco Assunção

O meu colega de clube Tiago Pereira, vinha com uma boa performance até ao momento, com 3 vitórias. Com d4, senti que, de forma astuta tentou trocar as peças todas para aumentar as hipóteses de empate. Acabou por falhar uma táctica quanto um descoberto meu acabou por lhe tirar a dama e com isso o jogo.

6ª ronda - Francisco Assunção 1 - 0 Álvaro Brandão

Frente ao experiente Álvaro Brandão, já previa de antemão que houvesse siciliana no tabuleiro. Optei pela variante Alapin (2. c3) e aproveitei o lento desenvolvimento adversário para invadir desde cedo com os meus peões do centro. Aqui fica o jogo.
Ainda falhei alguns mates, o que é normal em rápidas. No entanto o domínio foi "avassalador", do princípio ao fim.

7ª ronda - Orphe Bolhari 0 - 1 Francisco Assunção

Joguei na última ronda com o nº 1 do torneio, detentor de um Elo FIDE de 2113, o iraniano Orphe Bolhari.
Com 6. e6?! o meu adversário tentou-me surpreender. No entanto já conhecia o tema, de alguns jogos no ChessCube, e soube-me defender da forma mais fácil. Consegui um desenvolvimento rápido, vantagem posicional e material. Com o belo táctico 22. Ne3+! ganhei vantagem decisiva, e certamente que boa parte dos jogadores com um elo superior a 2000 teriam desistido naquela posição, caso não se tratassem de rápidas. Mesmo assim, e de uma forma um pouco estranha para o nível do meu adversário, a agonia do monarca branco prolongou-se por bastantes lances, e foi preciso eu conseguir 2 damas e quando lhe restavam apenas 2 segundos no relógio para que tivesse finalmente desistido. Certamente que se na lista eu aparecesse com um elo um bocadinho superior a 1488, correspondente ao meu nível de jogo que o meu adversário teria desistido mais cedo, mas isto são suposições.

Com 6/7 imaginava que estaria com grandes hipóteses de figurar no pódio. Com alguma falta de ajuda do meu amigo Buchholz, acabei por ser relegado para 4º, em igualdade pontual com o 2º tendo apenas perdido com o vencedor. O 4º lugar é sempre o primeiro dos últimos, já que só havia prémios para os 3 primeiros. Já na edição do ano anterior havia apenas perdido com o vencedor e fiquei apenas em 5º. Mas o que é certo é que entre os 3 alguém teria de ficar em 4º e, em tempos natalícios, calhou-me a fava. Venceu de forma indiscutível João Vicente, da AX Pedro Hispano, seguido de Tiago Brandão Pinho dos Apaxes e António Pedro Marinho da AX Gaia. No que respeita ao AC Alfenense destaque para a boa performance de António Pintor com 5/7. Ruben Alves, em estreia, conseguiu uma posição totalmente ganha em final T+C+Ps vs T+Ps frente a José Pedro Cachorreiro, mas com uma distracção deixou que o adversário promovesse um peão e ganho a sua torre. Foi pena que a partir daí ficasse afectado e nunca mais tenha conseguido afirmar o seu nível de jogo. Com a experiência as coisas vão lá.
O pódio final
Aqui fica a Classificação.

No final foram distribuidos os prémios dos escalões seguido do cabaz, que calhou em sorte a Carla Carneiro. Ultimamente, a malta da Escola da Ponte tem tido sorte já que na edição anterior havia sido Paulo Topa a levar o prémio.

Como balanço geral o torneio cumpriu com as expectativas de anos anteriores. A bela atmosfera, o relativo silêncio durante as partidas, o bom nível dos jogadores, e a boa organização com prémios para todos, faz do torneio já uma referência no panorama distrital. Por tudo isto se espera que se prolongue por muitos anos.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Xadrez no Você na TV

No passado dia 1 de Dezembro, Francisco Veiga, acompanhado por António Frois apareceram no Você na TV para relatarem os feitos do jovem de apenas 8 anos que já apresenta elo FIDE de 1527 e ostenta o título de campeão nacional de semi-rápidas em sub-10. Palavras para quê, vejam o vídeo clicando aqui.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Taça AXP 2012 - 2ª ronda

AC Alfenense U 2 - 2 AX Gaia A

Francisco Assunção (1555) 1 - 0 André Mateus (1725)
Hugo Soares (1574) 1 - 0 Pedro Dias (1411)
António B. Pintor (1513) 0 - 1 António Alves (1500)
José Pintor (1447) 0 - 1 Vítor Monteiro (1399)

Prosseguiu hoje a Taça AXP 2012, com a recepção à AX Gaia A. Apesar da equipa apresentar na sua constituição jogadores melhores cotados, hoje apresentou-se com uma equipa ao nosso nível e por isso foi um encontro equilibrado.
Joguei com o André Mateus. Sabia que se jogasse e4 teria a siciliana pela frente. Se jogasse d4 teria a estrutura Nf6, e6, d5 etc. Joguei c4 para inovar. O meu adversário tentou levar para a sua estrutura habitual e saiu um pouco melhor da abertura, já que eu tinha um peão isolado em d e não tinha domínio do centro. Esse peão d foi para mim uma grande preocupação, de tal forma que concedi o par de bispos em troca duma protecção mais decente para esse peão. A partir daqui a minha fraqueza passou a ser e3 e vi-me obrigado a puxar o rei para f2 a fim de não o deixar fugir. Tal esforço podia ter sido inglório se o meu adversário tivesse fosse um GM e descobrisse 15...Bxe3+!!, conforme vem explicado na partida. O jogo prosseguiu equilibrado, troquei o meu cavalo pelo bispo adversário e o meu bispo mostrava-se ser superior ao cavalo adversário. Após a invasão da dama preta em h2, também eu consegui invadir em b7 provocando algum transtorno ao cavalo preto e fazendo com que as pretas entrassem em severos apuros de tempo. Centralizei a dama para evitar Nf5. De seguida tentei trocar as damas na tentativa de aniquilar alguma possibilidade de perpétuo por parte das pretas. Qual não foi o meu espanto quando vi que o meu adversário tinha dado a dama, já que se encontrava pressionado pelo relógio.
Apesar de tudo não me senti em grande forma hoje e tudo se pode explicar por me ter levantado por volta das 5h30 da manhã...É o que faz ter aulas ao sábado.
Nos outros jogos, destaque para o pequeno milagre que aconteceu no segundo tabuleiro, com o Hugo Soares. Numa posição completamente perdida, enorme desvantagem no desenvolvimento, com pelo menos uma dama no ar e provavelmente também com o mate a vista, Pedro Dias optou pelo erro crasso de trocar as damas quando estava com enorme ataque. A isso se seguiu ofertas de peças que culminaram a vitória do ACA também no segundo tabuleiro.
Os irmãos Pintor, ainda a tentarem encontrar a sua melhor forma,viram-se ultrapassados pela técnica adversária. E assim se conseguiu derrotar a 4ª equipa do ranking inicial e se consegue garantir a passagem, pelo menos, até à 4ª ronda. A fazer-nos companhia estará a equipa S que venceu em Vila D' Este. Já a equipa J deixou a competição com uma derrota por 4-0 com o GDDF E. A 3ª ronda joga-se a 11 de Fevereiro de 2012.


Outros resultados:


AP Vila D'Este A 0,5 - 3,5 AC Alfenense S
GD Dias Ferreira 4 - 0 AC Alfenense J

domingo, 20 de novembro de 2011

Taça AXP 2012 - 1ª ronda



AC Alfenense U 2 - 2 GD Dias Ferreira C

Francisco Assunção (1555) 1 - 0 Henish Balu (1689)
Hugo Soares (1574) 1 - 0 Roberto Mendes (1673)
António B. Pintor (1513) 0 - 1 Pedro Mendes (1671)
José Pintor (1447) 0 - 1 Etelvino Lima (1594)

Arrancou no último sábado a Taça AXP 2012. Pela frente teríamos uma equipa da nossa divisão, o GDDF C, por isso previa-se um jogo equilibrado. Coube-me jogar com o Henish Balu.
De alguma forma previa que o meu adversário optasse pela francesa, e fiquei algo surpreendido pela escolha da siciliana. Por isso tentei desviar qualquer preparação com 3. d5. As pretas acabaram por errar logo ao 5º lance com a saída precoce da dama, que acabou por fragilizar os quadrados em torno do rei. Troquei os bispos das casas brancas para fragilizar e6. De seguida forcei as pretas a moverem o rei, bloqueando o próprio bispo e impedindo-o de fazer roque. Com 10. Bf4, montei pressão em d6, aproveitando que o bispo das pretas era uma nulidade. As pretas aliviaram a pressão de pronto com 10...Ne5, mas não sem ficarem com uma estrutura de peões horrível com duplo peão dobrado e isolado.
Com 13. Qh3 o objectivo foi manter enorme pressão em e6. Ao lance 14 completei o desenvolvimento, e ameacei trocar as torres conquistando a crucial coluna d. Mais uma vez, para aliviar a pressão as pretas deram a qualidade conseguindo em troca 2 peões.
Ao lance 18 falhei um pequeno táctico com 18. Nd5!. Mesmo assim o jogo continuaria longe de estar ganho, e apesar de ganhar a qualidade teria uma estrutura de peões horrível. Troquei as torres com a certeza de que a minha vantagem material seria fácil de converter. Por ironia do destino o bispo negro foi a última peça a cair, e com ele o jogo, que apesar de relativamente curto (36 lances) durou quase 3 horas e meia.

O meu jogo foi o último a terminar. Hugo Soares com um belo táctico despachou Roberto Mendes em 19 lances, enquanto que os irmãos Pintor, frente a aberturas em que não estavam muito à vontade, acabaram por claudicar. Assim vencemos por tabuleiro superior, e temos pelo menos garantida a 3ª ronda.

Já a equipa J, que jogou em simultâneo connosco, teve uma bela prestação, frente aos mais experientes jogadores do Millennium BCP. Destaques para a vitória de Ruben Alves e o empate de Tiago Pereira. A equipa S foi uma das surpresas pela negativa da jornada. Em casa da AC Jazz, Nelson Monteiro e Rui Gonçalves falharam a vitória e deram o triunfo à equipa de Paredes. Por sorte, ainda há espaço para recuperar, já que só à 2ª derrota as equipas são eliminadas. Certamente que as equipas S e J tentarão acompanhar a U até à 3ª ronda. No próximo sábado joga-se a 2ª ronda. Mais pormenores na página da AXP.

Outros resultados: 


AC Jazz 2 - 2 AC Alfenense S
Rui Cunha 1 - 0 Rui Gonçalves
Jorge Rodrigues 0 - 1 António Mendes
Rui Sousa 0 - 1 Afonso Duarte
Carlos Silva 1 - 0 Nelson Monteiro

AC Alfenense J 1,5 - 2,5 Clube Millennium BCP
Tiago Pereira 1/2 - 1/2 Mário Marques
Hugo Gomes 0 - 1 Alberto Monteiro
Ruben Alves 1 - 0 Eduardo Ferreira
João Pintor 0 - 1 Jorge Pinheiro

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Taça AXP 2012


Arranca já este fim-de-semana a VI Taça AXP. Este ano, a equipa aproveitou a abertura do mercado de transferências para se reforçar. Com a extinção do MotoClube do Porto e a chegada de juventude, deu para preencher o nosso plantel. Realça-se também a não participação da AX Espinho, facto que contribuiu para que Nelson Monteiro, que até já defrontou o AC Alfenense por 2 vezes na época passada na Taça AXP (!), tenha também ele se juntado a nós. 

Com 17 jogadores, conseguimos formar 3 equipas com as quais entraremos nesta competição. Como factor inovador, e para evitar que uma equipa seja considerada inferior ou superior relativamente a outra, decidiu-se atribuir as letras J, S e U para designar cada uma delas. O que significam? Isso deixo para vocês adivinharem...Aqui fica a ordenação das equipas.


Para a 1ª ronda, já este sábado, o sorteio ditou o seguinte emparceiramento:

De alguma forma se prevê que, em condições normais, os últimos 2 jogos da lista serão os únicos com resultado imprevisível. Outro facto é que pela primeira vez teremos na sede do AC Alfenense, 2 equipas a jogar em simultâneo: a equipa U defronta o GDDF C e a equipa J, o Clube Millennium BCP. Já a equipa S terá pela frente uma longa deslocação até Paredes para defrontar o AC Jazz. Certamente que os objectivos passarão por fazer sempre melhor do que no ano anterior, ou seja tentar chegar à 5ª ronda.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

III Pierre-Éric Spindler


Na manhã do último sábado jogou-se o III Pierre-Éric Spindler, na Casa de Chá em Santo Tirso. Um torneio de rápidas de 7 rondas para homenagear um falecido jogador do NXST.

Como primeiro torneio do ano, e era de manhã, é normal que a massa cinzenta não esteja conforme o que se pedia, mas é para isso mesmo que servem estes torneios.

1ª ronda - Bruno Horácio Alves 0 - 1 Francisco Assunção

Comecei o torneio em ritmo de passeio com este jovem do Vila d'Este. Ganhei uma torre ao fim de 15, 20 lances e acabei por simplificar. O meu adversário demorou um bocadinho a pensar e acabou por perder por tempo.

2ª ronda - Francisco Assunção 1 - 0 Jorge Dias

Neste jogo ganhei algum ímpeto na fase inicial, que se traduziu por uma vantagem posicional e por 2 peões a mais. A certa altura a minha torre invasora fica um pouco bloqueada, e o meu adversário teve a oportunidade de a ganhar, mas enganou-se e acabou por me dar a dama. Em rápidas tudo pode acontecer.

3ª ronda - Carlos Novais 1 - 0 Francisco Assunção

Neste jogo a concorrência era bem mais competitiva, e de uma forma um pouco maluca decidi experimentar a holandesa (1...f5). Deu para experimentar uma abertura nova, com a certeza que ainda necessita de ser devidamente limada para ser posta em prática em jogos mais a sério. Aqui fica o jogo.

4ª ronda - Francisco Assunção 1 - 0 Hugo Moreira

Este jogo foi equilibrado, sempre com algum predomínio a nível de iniciativa para o meu lado. No final houve "festa" e ambos falhamos a oportunidade de ganhar. Felizmente, no lance a seguir, detectei o meu erro e consegui corrigi-lo. Aqui fica esse momento.

Entre estes jogos acabei por receber os caramelos relativos ao VI Torneio e-Caramelos da mão do organizador Paulo Topa. Deu para adoçar a boca e recarregar o cérebro com a glicose necessária para a segunda parte do torneio.

5ª ronda - Luis Dias 1 - 0 Francisco Assunção

Este jogo estava a correr sobre rodas, numa tipica posição da Caro-Kann, com a qual estou acostumado a jogar. No diagrama seguinte falhei o 2...Nxc3 seguido de 3...Qxh4 e estaria mais que ganho. Quis complicar, previ que o meu adversário fosse pescar a torre quando acabou por pescar a minha dama. Bela facada, e num jogo em que teria a obrigação de vencer. Não foi por falta de glicose certamente.

6ª ronda - Francisco Assunção 1 - 0 João Castro

Mais uma super-típica espanhola em que as pretas quiseram comer o peão de e4, colocando em risco o cavalo. Como acontece inúmeras vezes, as pretas deram a peça, liguei o piloto automático e rapidamente cheguei ao destino.

7ª ronda - André Costa 0 - 1 Francisco Assunção

Frente à habitual inglesa deste jovem jogador, optei por um sistema sólido com estrutura de peões em e6 d5 e c6. Após ter ganho um peão, o meu adversário tentou de forma algo desesperada o recuperar, acabando por dar a torre e com isso o jogo.

Mesmo com estas aventuras todas, acabei por concluir o torneio em 2º lugar, o que não parece mau. Faz lembrar aquelas equipas de futebol que fazem um mau jogo mas que com um lance de sorte, um auto-golo ou um penalti, marcam um golo e ganham o jogo. Era de manhã, era rápidas e estamos no inicio da época. O vencedor foi Carlos Novais e José Pedro Cachorreiro completou o pódio.
No final havia 3 prémios à escolha dos jogadores. Acabei por ficar com o tabuleiro de xadrez com peças em chocolate. Parece que tirei a manhã para receber doces. Aqui fica a foto final e a classificação. As fotos são da autoria do NXST.



A competição mais a sério começa já no próximo dia 19 de Novembro com o arranque da Taça AXP. A recente enchente de jogadores fará com que tenhamos no mínimo 2 equipas e desta vez bem mais recheadas. Certamente que virão mais noticias dentro em breve.